quinta-feira, 24 de maio de 2012
Do Movimento Esperantista Esperanto e Rio+20
“Sim, o Esperanto é lição de fraternidade. Aprendamo-la, para sondar, na Terra, o
pensamento daqueles que sofrem e trabalham noutros campos. Com muita propriedade
digo: ‘aprendamo-la’, porque somos também companheiros vossos que, havendo
conquistado a expressão universal do pensamento, vos desejamos o mesmo bem espiritual,
de modo a organizarmos, na Terra, os melhores movimentos de unificação.”
EMMANUEL
A Universala Esperanto-Asocio – UEA (Associação Universal de Esperanto) e a Tutmonda Esperantista Junulara Organizo – TEJO (Organização Mundial da Juventude Esperantista) tiveram plenamente aceita pela Organização das Nações Unidas (ONU) sua proposta para o Documento de Compilação da United Nations Conference on Sustainable Development – UNCSD-RIO+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável), a realizar-se no Rio de Janeiro, de 20 a 22 de junho próximo.
Nesse documento, as duas mais expressivas organizações do esperantismo mundial manifestam o desejo de que as recomendações finais da RIO+20 contemplem uma política que proteja a diversidade linguística, permitindo, ao mesmo tempo, uma efetiva comunicação, bem como condenem claramente as práticas que levam à extinção de línguas e à dominação das línguas maiores sobre as menores.
A UEA e a TEJO, em sua argumentação, formalizam integral apoio a uma recomendação, inserida na Declaração da 64a Conferência Anual da ONU DPI/NGO, realizada em Bonn, Alemanha, nos dias 3 a 5 de setembro de 2011, em que é feito [...] um apelo para o respeito e a inclusão das línguas étnicas no sistema educacional, uma vez que estas línguas fazem parte da complexidade de seus respectivos ambientes, e que seja levado em consideração o potencial de uma língua internacional neutra que combine facilidade de aprendizado e clareza com neutralidade, e que possa, portanto, ser vista como inerentemente sustentável.
Nesse importante documento, as duas organizações esperantistas mundiais também evocam, como reforço de argumentação, o célebre Compromisso no 14 da Declaração de Compromissos Éticos para a Postura e Comportamento Ecológico Global como um dos tratados alternativos, produzidos em 1992, pela comunidade das Organizações Não-Governamentais (ONGs), durante a Conferência RIO-92. Reza esse Compromisso 14:
Contribuir com entusiasmo para a superação das barreiras artificiais sejam elas políticas ou religiosas, com o objetivo de construir uma nação universal humana. Sugerimos a adoção da Língua Internacional Esperanto como segunda língua de todos os povos e recomendamos que todas as ONGs participem de sua difusão.
A proposta da UEA e da TEJO, evidenciando a semelhança entre aspectos do desenvolvimento sustentável e uma transição para uma plataforma de línguas eficaz e não-discriminatória, que preserve a diversidade linguística e torne possível o acesso à comunicação no mundo inteiro, aponta para a necessidade de medidas coordenadas por muitos atores: indivíduos e governos com suas respectivas políticas educacionais, os quais, pela falta de uma orientação central, poderão inclinar-se para escolhas medíocres.Nesse sentido, as instituições da ONU e das ONGs deverão constituir-se em exemplos positivos da aplicação bem-sucedida de políticas linguísticas no seio de suas organizações, em que se combine comunicação eficaz com igualdade de direitos para todos, independentemente de línguas nativas, usando, por exemplo, uma língua internacional neutra, isto é, o esperanto.
O documento é concluído com uma abordagem sobre os caminhos da aludida transição para um sistema linguístico em que seja considerada a adição de uma língua internacional neutra na escolha de línguas existentes.
A transição pode ser iniciada com decisões relativamente fáceis no que diz respeito aos processos internos da ONU e das ONGs, sem grandes custos no curto-prazo e com possibilidade de consideráveis economias no longo-prazo. A introdução de uma língua internacional neutra nos programas de educação dos estados-membros pode exigir tempo mais longo e um plano de transição cuidadosamente elaborado, já que as competências linguísticas em línguas nacionais, hoje vastamente aplicadas na comunicação internacional, permanecerão vitais durante a desejada transição, a qual poderá ser facilitada por intermédio da experiência do movimento esperantista, considerando o valor propedêutico de seu Idioma Neutro.
Evidenciam-se, cada vez mais, os efeitos da multiplicidade das línguas nas relações internacionais, traduzida como renitente estorvo ao progresso geral, seja no campo material, seja no campo espiritual, dificultando a difusão do conhecimento, a aproximação das diferentes culturas, o cultivo da verdadeira fraternidade entre os povos. A ferramenta para a definitiva solução desse problema e consequente erradicação de seus prejuízos já existe há mais de cem anos, e agora, quando a Humanidade é compelida, pela “força das coisas”, como se expressavam os reveladores espirituais na Codificação de Allan Kardec, a ingressar na chamada globalização, na fase universalista de sua vida planetária, surgem os primeiros abalos nas velhas estruturas sociais carcomidas pelo tempo. O assombroso avanço tecnológico no terreno das comunicações não se coaduna com as fórmulas já caducas de convivência, à semelhança do que está dito no Evangelho sobre o vinho novo vertido em odres velhos. Impõe-se a mudança, tudo está a exigi-la, a Humanidade já está aparelhada para tanto, e, nesse agitado contexto, labutam, confiantes e pacientes, os arautos do progresso, entre os quais Emmanuel reconhece os que compõem o movimento esperantista.
Os espíritas, igualmente arautos do progresso, entreviram essa fase com o auxílio das luzes da Doutrina, apoiando a Língua Internacional Neutra e seus ideais desde 1909, quando a Federação Espírita Brasileira publica em Reformador daquele ano o primeiro texto de propaganda do esperanto no generoso círculo dos adeptos da Terceira Revelação da Lei de Deus.
Perseveremos, caros coidealistas, nos serviços em prol da divulgação e do uso desse genial instrumento de comunicação internacional trazido do mundo espiritual pelo Apóstolo da Concórdia que, na Terra, tomou o nome de Lázaro Luís Zamenhof. Criemos cursos da língua, publiquemos material didático para o seu aprendizado, traduzamos e editemos as boas obras doutrinárias, esforcemo-nos por antecipar entre nós essa anunciada fase universalista da vida no planeta, fazendo do esperanto a língua para as relações internacionais da crescente família espírita mundial.
Fonte:http://www.febnet.org.br/site/estudos.php?SecPad=40&Sec=513
domingo, 20 de maio de 2012
ESPERANTO
A MISSÃO DO ESPERANTO
Emmanuel
No cômputo das transformações por que passa o mundo, não são poucos os núcleos de organização espiritual que se instalam na Terra com vistas ao porvir da humanidade.
Se por toda parte observamos o esboroamento das obras humanas, a fim de que se renove o caminho da civilização, contemplamos também as atividades do exército de operários das edificações do futuro, como se fossem construtores de um novo mundo, dispersos nas estradas terrestres, procurando ajustar suas diretrizes.
Sao esses, sim, os artífices do progresso divino. Empunham o alvião formidável da fé, acima de tudo, n'Aquele que é a luz dos nossos destinos. No acervo desse aparelhamento de energias renovadoras, objetivando o vindouro milênio, quero referir-me ao ESPERANTO, abraçando fraternalmente o nosso irmão que se constituiu pregoeiro sincero da sua causa, obedecendo ao determinismo divino das tarefas recebidas nas luzes do plano espiritual.
Jesus afirmava não ter vindo ao planeta para destruir a Lei, como o Espiritismo na sua feição de Consolador, não surgiu para eliminar religiões existentes. O Mestre vinha cumprir os princípios da lei, como a doutrina consoladora vem para a restauração da Verdade, reconduzindo a esperança aos corações, nesta hora torva do mundo, em que todos os valores morais do orbe periclitam nos seus fundamentos, assaltados pelas doutrinas da violência, que embriagam o cérebro da civilização atual, qual veneno amargo a destruir as energias de um corpo envelhecido.
Também o ESPERANTO, amigos, não vem destruir as línguas utilizadas no mundo, para o intercâmbio dos pensamentos. A sua missão é superior, é da união e da fraternidade rumo a unidade universalista. Seus princípios são os de concórdia e seus apostolos são igualmente companheiros de quantos se sacrificam pelo ideal divido da solidariedade humana, nessas ou naquelas circunstâncias.
A língua auxiliar é um dos mais fortes brados pela fraternidade, que ainda se ouve nesse planeta empobrecido de valores espirituais, neste instante de isolacionismo, de autarquia, de egoísmo e de nacionalismo adulterado.
O exemplo da Europa moderna nos faculta uma idéia dessa penosa situação. Todos os povos tem seus advogados entusiastas que com orações ardorosas, justificam esta ou aquela medida de seus governos. As nações são grandes tribunas onde cada um fala de si mesmo, humilhando ou conquistando o que é seu irmão. Cada um aplaude o crime político, desde que seja praticado dentro de suas fronteiras. Entretanto, a grande Europa, essa entidade maternal e sublime, que cooperou para o aperfeiçoamento da humanidade, que instruiu e educou, elevando o espírito do mundo, essa não tem advogados, não dispõe de uma voz que externe os gemidos de seu coração dilacerado, porque as fronteiras lhe dividiram todos os seus filhos, estabelecendo separações de areia e aço, transformando-a num deserto triste de corações, onde não existe a fonte de amor, para reconfortar as almas.
Sim, nesta hora o ESPERANTO é uma força que atua para a união e a harmonia, com o facilitar que se estabeleca a permuta dos valores universais do pensamento, em forma universalista. Sonho? Propaganda só de palavras? Novo movimento para criar um interesse econômico? Todas essas suposições poderão ser formuladas pelos espíritos desprevenidos; mas, somente pelos desprevenidos que aguardam a adesão geral, para comodamente expressarem suas preferências. Os que, porém, buscam a luz da sinceridade para o exame de todos os assuntos, saberão encontrar, no movimento esperantista, essa claridade reveladora que, em realizações sagradas, desde agora esclarecerá, mais tarde, as idéias do mundo, fazendo ressaltar a nobreza dos seus princípios, orientados por aquela fraternidade que nasce do pensamento divino de Jesus, para todas as obras da evolução humana.
Sim, o ESPERANTO é lição de fraternidade. Aprendamo-la, para sondar, na Terra, o pensamento daqueles que sofrem e trabalham noutros campos. Com muita propriedade digo: "aprendamo-la", porque somos também companheiros vossos que, havendo conquistado a expressão universal do pensamento, vos desejamos o mesmo bem espiritual, de modo a organizarmos na Terra, os melhores movimentos de unificação.
Deus é venerado pelos homens através de numerosas línguas, de que se servem as seitas e as religiões, todas tendendo para o maravilhoso plano da unidade essencial. Copiemos esse esforco sábio da natureza divina e marchemos para a síntese da expressão, malgrado a diversidade dos processos com que exprimem os pensamentos.
Todo esse esforço é de fraternidade legítima e, rogando a Jesus que abençõe os trabalhos e as esperanças de nosso irmão presente, que lhe santifique os esforços e os de seus companheiros nas tarefas que lhes foi deferida pelas forças espirituais, deixo-vos a todos vós os meus votos de paz, aguardando para todos nós, discípulos humildes do Cristo, a bênção reconfortante do seu amor.
* Mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier em 19-01-1940, estando presente à sessão Ismael Gomes Braga, um dos maiores esperantistas brasileiros de todos os tempos.
domingo, 8 de abril de 2012
CONTA DE SI
Todavia, a quem pertencerão, de fato, os acervos patrimoniais do mundo?
“De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.” —
Paulo. (ROMANOS, capítulo 14, versículo 12.)
É razoável que o homem se consagre à solução de todos os problemas
alusivos à esfera que o rodeia no mundo; entretanto, é necessário saiba a
espécie de contas que prestará ao Supremo Senhor, ao termo das obrigações
que lhe foram cometidas.
Inquieta-se a maioria das criaturas com o destino dos outros, descuidadas
de si mesmas. Homens existem que se desesperam pela impossibilidade de
operar a melhoria de companheiros ou de determinadas institu ições.
Todavia, a quem pertencerão, de fato, os acervos patrimoniais do mundo?
A resposta é clara, porque os senhores mais poderosos desprender-se-ão da
economia planetária, entregando-a a novos operários de Deus para o serviço
da evolução infinita.
O argumento, contudo, suscitará certas perguntas dos cérebros menos
avisados. Se a conta reclamada refere-se ao círculo pessoal, que tem o
homem a ver pelas contas de sua família, de sua casa, de sua oficina?
Cumpre-nos, então, esclarecer que os companheiros da intimidade doméstica,
a posse do lar, as finalidades do agrupamento em que se trabalha, pertencem
ao Supremo Senhor, mas o homem, na conta que lhe é própria, é obrigado a
revelar sua linha de conduta para com a família, com a casa em que se asila,
com a fonte de suas atividades comuns. Naturalmente, ninguém responderá
pelos outros; todavia, cada espírito, em relacionando o esforço que lhe
compete, será compelido a esclarecer a sua qualidade de ação nos menores
departamentos da realização terrestre, onde foi chamado a viver.
Do livro Caminho, Verdade e Vida - Chico Xavier/Emmanuel
Meninos Espirituais
“Porque qualquer que ainda se alimenta de leite não está
experimentado na palavra da justiça, pois é menino.” — Paulo. (HEBREUS,
capítulo 5, versículo 13.)
Na apreciação dos companheiros de luta, que nos integram o quadro de
trabalho diário, é útil não haja choques, quando, inesperadamente, surgirem
falhas e fraquezas. Antes da emissão de qualquer juízo, é conveniente
conhecer o quilate dos valores espirituais em exame.
Jamais prescindamos da compreensão ante os que se desviam do
caminho reto. A estrada percorrida pelo homem experiente está cheia de
crianças dessa natureza. Deus cerca os passos do sábio, com as expressões
da ignorância, a fim de que a sombra receba luz e para que essa mesma luz
seja glorificada. Nesse intercâmbio substancialmente divino, o ignorante
aprende e o sábio cresce.
Os discípulos de boa-vontade necessitam da sincera atitude de observação
e tolerância. É natural que se regozijem com o alimento rico e substancioso
com que lhes é dado nutrir a alma; no entanto, não desprezem outros irmãos,
cujo organismo espiritual ainda não tolera senão o leite simples dos primeiros
conhecimentos.
Toda criança é frágil e ninguém deve condená-la por isso.
Se tua mente pode librar no vôo mais alto, não te esqueças dos que
ficaram no ninho onde nasceste e onde estiveste longo tempo, completando a
plumagem. Diante dos teus olhos deslumbrados, alonga-se o infinito. Eles
estarão contigo, um dia, e, porque a união integral esteja tardando, não os
abandones ao acaso, nem lhes recuses o leite que amam e de que ainda
necessitam.
Do livro "Caminho, Verdade e Vida", psicografado por Francisco Cândido Xavier, ditado pelo espírito Emmanuel.
sábado, 31 de março de 2012
SAIBA SAIR DE CENA
Uma das coisas que aprendi com pessoas de grande sabedoria
é saber sair de cena, deixar o palco, sair da roda,
mudar de assunto.
Saber o momento exato
de fazer com que os holofotes fiquem
sobre os outros e não sobre você.
No mundo competitivo em que vivemos
a sua presença “marcante” pode marcar demais.
A sua idéia “brilhante” pode brilhar demais.
A forma “inovadora” de pensar pode inovar demais.
E nem sempre as pessoas estão dispostas
a deixar você brilhar impunemente.
É hora de sair de cena.
Nem que seja por um tempo.
É preciso fazer os outros pensarem que você desistiu.
É preciso dar a chance das pessoas acharem
que você não quer mais estar no palco.
Mas saber sair de cena é uma arte tão importante
quanto saber entrar em cena.
Todo ator sabe disso.
Assim, é preciso sair de cena com classe.
É preciso sair de cena com a discrição de um lorde inglês.
Quando as pessoas sentem-se ameaçadas por você
e começam a ter respostas agressivas desproporcionais,
talvez seja a hora de sair de cena.
Quando você,
sem ter desejado ou planejado,
começa a aparecer muito na sua área de atuação ou
no seu setor de trabalho,
talvez seja a hora de sair de cena por um tempo.
Saber sair de cena é também saber mudar de assunto.
Quando as pessoas vêm lhe perguntar
comentar sobre o seu sucesso, sobre seus bens materiais,
seu possível enriquecimento, etc.
querendo fazer você falar sobre você
– é hora de mudar de assunto.
É hora de sair de cena.
Os sábios sabem
que você nada ganhará falando de você
mesmo para os outros.
Nem bem, nem mau.
Mude de assunto.
Saia de cena.
Não caia nessa armadilha.
Quando o embate se dará com poderosos
e você conhece o poder destrutivo desses poderosos,
pense bem antes de entrar no combate.
Talvez você ganhe mais saindo de cena.
Deixe a briga de cachorro grande para grandes cães.
Saiba sair de cena.
Você terá outras oportunidades.
Você ganhará outras batalhas com menos estresse,
com menores esforços.
É preciso fazer um grande esforço de sabedoria
para saber quando sair de cena.
É preciso ter uma grande capacidade artística
para saber como sair de cena.
Será que temos tido a sabedoria
e a arte de sair de cena,
deixar o palco,
mudar de assunto,
na hora certa, no momento exato ?
Pense nisso!
Sem estresse:
A hora de falar vem sempre depois da hora de ouvir!
(Luiz Almeida Marins Filho)
Fonte: Facebook
domingo, 25 de março de 2012
LOUCURA ODIAR TODAS AS ROSAS
Loucura odiar todas as rosas...
Porque uma te espetou...
Entregar todos os teus sonhos...
Porque um deles não se realizou...
Perder a fé em todos as orações...
Porque numa não fostes atendido...
Desistir de todos os esforços...
Porque um deles fracassou...
Condenar todas as amizades...
Porque uma te traiu...
Descrer de todo amor...
Porque um deles te foi infiel...
Jogar fora todas as chances...
Porque uma tentativa não deu certo...
Espero que na tua caminhada...
Não cometas estas loucuras...
Lembrando que sempre...
Há uma outra chance...
Uma outra amizade...
Um outro amor...
Uma nova força...
É só ser perseverante e procurar...
Ser mais feliz a cada dia...
A glória não consiste em jamais cair...
Mas em erguer-te toda vez
Que for necessário...
(Autor Desconhecido)
Fonte: Facebook/Espírita Kardec
sexta-feira, 23 de março de 2012
Ninguém tem que nada
segunda-feira, 12 de março de 2012
O centésimo macaco
Havia um arquipélago no Pacífico povoado apenas por macacos. Eles se alimentavam de raízes que tiravam da terra. Um dia, não se sabe o porquê, um desses macacos lavou as raízes antes de comer. Os outros o observaram, intrigados, e começaram a imitá-lo. Quando o centésimo macaco lavou a sua raiz, todos os macacos das outras ilhas começaram a lavar suas raízes antes de comer. E entre as ilhas não havia nenhuma comunicação aparente.
Essa história exemplifica uma teoria criada pelo fisiologista inglês Rupert Sheldrake, denominada teoria dos campos morfogenéticos. Ela diz que todo átomo, molécula, célula ou organismo que existe, gera um campo organizador invisível e ainda não detectável por qualquer instrumento, que afeta todas as unidades desse tipo. Assim, sempre que um membro de uma espécie aprende um comportamento, e esse comportamento é repetido por um determinado numero de vezes, o tal campo é modificado e a modificação afeta a espécie por inteiro, mesmo que não haja formas convencionais de contato entre seus membros.
Observe a importância da Teoria Morfogenética, as suas implicações sobre todos nós que criam repercussões absolutamente fantásticas .Podemos pensar que, se repetirmos determinados comportamentos que consideramos importantes, como atitudes positivas, pensamentos de saúde, amor ao próximo, por exemplo, por um número suficiente de vezes, e se a quantidade de pessoas que assim procederem atingirem uma certa massa crítica, esse comportamento poderá ser desencadeado na população como um todo.
Infelizmente, o inverso também é verdadeiro.
Comportamentos indesejáveis, violentos, anti-sociais, a prática da corrupção, aumentam cada vez mais e tomando aspectos calamitosos nos nossos dias, contaminando cada vez mais e mais pessoas...
Isso nos remete à uma coisa simples, porém fundamental: a melhor forma de modificar o mundo, e as outras pessoas é primeiramente nos modificarmos.
Com a mudança do nosso comportamento e assumindo as atitudes que julgamos corretas e que queremos que sejam praticadas pelos outros, estaremos modificando quem nos vê, pelo exemplo, e quem não nos vê, e que está distante e sem comunicação conosco, pela ressonância que se estabelece entre o nosso Campo Morfogenético e o de todos os indivíduos semelhantes a nós.
Dessa forma, podemos ver de uma maneira científica um antigo ensinamento de um homem que marcou sua época, quando ele dizia:
Faça ao seu semelhante aquilo que gostaria que lhe fizessem...
Vamos mudar nosso mundo, comece agora....
Fonte: www.facebook.com/note.php?note_id=314692218584306 Espírita Kardec
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Atire A Primeira Flor
Quando tudo for PEDRA... Atire a primeira FLOR
Quando tudo parecer caminhar errado, seja você a tentar o primeiro passo certo.
Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto acenda você a primeira luz.
Traga para a treva você primeiro a pequena lâmpada.
Quando todos estiverem chorando, tente você o primeiro sorriso.
Talvez não na forma de lábios sorridentes, mas na de um coração que compreenda e de braços que confortem.
Se a vida inteira for um imenso não, não pare você na busca do primeiro sim, ao qual tudo de positivo deverá acontecer.
Quando ninguém souber coisa alguma e você souber um pouquinho, seja o primeiro a ensinar.
Começando por aprender você mesmo, corrigindo-se a si mesmo.
Quando alguém estiver angustiado, a procura nem se sabe de que, consulte bem o que se passa.
Talvez seja em busca de você que este seu irmão esteja.
Daí, portanto, você deve ser o primeiro a aparecer, o primeiro a mostrar que pode ser o único e mais sério ainda talvez o último.
Quando a terra estiver seca que sua mão seja primeira a regá-la.
Quando a flor sufocar no espinho, que sua mão seja primeira a separar o joio, a arrancar a praga, a afagar a pétala, a acariciar a flor.
Se a porta esstiver fechada venha de você a primeira chave.
Se o vento soprar frio, que o calor de sua lareira, seja a primeira proteção e o primeiro abrigo.
Se o pão for apenas massa e não estiver cozido, seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento.
Não atire a primeira pedra em quem erra.
Nem por outro lado, aplauda o erro.
Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu.
Sua atenção primeiro para aquele que foi esquecido.
Quando tudo for espinho atire a primeira flor.
Seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém.
Seja o primeiro a mostrar que há caminho de volta.
Que o auxílio possibilita, que o entendimento reconstrói.
Compreendendo que o perdão regenera, que a compreensão edifica,
Atire você, quando tudo for pedra, a primeira e decisiva Flor...
(Autor Desconhecido)
sábado, 28 de janeiro de 2012
Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!
Anda circulando pela web um texto de uma escritora holandesa, que merece ser divulgado e conhecido. por isso, vai lá vai...
"Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos.
Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta. Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Alguns fumam até em elevador. Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil, ainda mais os cariocas, podia ir pra lá dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.
Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura... Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.
Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.
Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc. Os brasileiros mais esclarecidos sabem que têm muitas razões para resgatar suas raízes culturais.
Os dados são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas. 95% dos brasileiros tem um celular.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México , são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?
1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?
Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.
É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!!"
Texto divulgado na internet.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
PARADIGMAS
Paradigma (do grego parádeigma) literalmente modelo, é a representação de um padrão a ser seguido. É um pressuposto filosófico, matriz, ou seja, uma teoria, um conhecimento que origina o estudo de um campo científico; uma realização científica com métodos e valores que são concebidos como modelo; uma referência inicial como base de modelo para estudos e pesquisas.
O conceito originalmente era específico da gramática, em 1900 o Merriam-Webster definia o seu uso apenas nesse contexto, ou da retórica para se referir a uma parábola ou uma fábula. Em lingüística, Ferdinand de Saussure (1857 - 1913), utiliza o termo paradigma para se referir a um tipo específico de relação estrutural entre elementos da linguagem.
Thomas Kuhn (1922 — 1996), físico americano designou como paradigmáticas as realizações científicas que geram modelos que orientam o desenvolvimento posterior das pesquisas na busca da solução para os problemas por elas suscitados.
Hoisel, 1998, Nos mostra como o modelo pode ser compreendido como um conjunto de "vícios" de pensamento e bloqueios lógico-metafísicos que obrigam os cientistas de uma determinada época a permanecer confinados ao âmbito do que definiram como seu universo de estudo e seu respectivo espectro de conclusões admitidas como plausíveis.
Heisenberg: “O que vemos não é a natureza em si, mas a natureza submetida ao nosso modo peculiar de interrogá-la.”
Se os nossos modelos podem se constituir talvez de vícios de pensamentos, resta a nós, que estamos no terceiro milênio, no século XXI, substituir, elevar ou derrubar os paradigmas que tem feito parte de nossa cultura.
Fonte: wikipedia
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Corrigir antes de censurar
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
A ingratidão
“A ingratidão é um dos frutos mais imediatos do egoísmo, e revolta os corações virtuosos.” – Livro dos Espíritos
Será que agradecemos o trabalho de todos os que contribuem para que nosso dia seja melhor? Valorizamos os trabalhadores de forma adequada? Ou são os primeiros a receber nossas críticas que deveriam ser destinadas aos verdadeiros responsáveis?
domingo, 1 de janeiro de 2012
Temas da Crítica
(André Luiz / Chico Xavier)
Procure silenciar onde você não possa prestar auxílio.
A vida dos outros, qual se afirma na expressão, é realmente dos outros e não nossa.
Devo compreender que o erro de outrem, hoje, talvez será o meu amanhã, já que nas trilhas evolutivas da Terra todos somos ainda portadores da natureza humana.
O tempo que se emprega na crítica pode ser usado em construção.
Toda vez que criticamos alguém, estamos moralmente na obrigação de fazer melhor que esse alguém a tarefa em pauta.
Anote: em qualquer tempo e situação os pontos de vista e as oportunidades, os recursos e os interesses, o sentimento e a educação dos outros são sempre muito diversos dos seus.
Criticar não resolve, porque o trabalho da criatura é que lhe determina o valor.
Quem ama ajuda e desculpa sempre.
Não condene, abençoe.
Lembre-se: por vezes, basta apenas um martelo para arrasar aquilo que os séculos construíram.
(André Luiz / Chico Xavier - Livro: Sinal Verde)
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Santa Catarina um ano depois da saída do estaleiro da OSX
Vera Gasparetto
de Florianópolis/SC
Neste mês, completou um ano do anúncio da transferência do estaleiro da OSX, do megaempresário Eike Batista, de Biguaçu, na Grande Florianópolis (Santa Catarina), para o Porto do Açu, no Rio de Janeiro. Portogente acompanhou todos os lances da batalha ambiental travada na ocasião entre ambientalistas, pescadores, maricultores, ativistas comunitários, setores do governo e empresários.
Nessa batalha, um ano depois nossa reportagem conversa com alguns dos personagens dessa batalha histórica para avaliar as perdas e ganhos econômicos, sociais e ambientais. A primeira entrevista traz o advogado da Associação Montanha Viva, Eduardo Lima.
* Leia aqui todas as reportagens sobre o caso no Portogente
Portogente – Qual a sua avaliação sobre o processo do estaleiro OSX um ano após o anúncio da empresa em mudar-se para o Rio de Janeiro?
Eduardo Lima – Do ponto de vista do resultado almejado foi positivo, eis que obstou um empreendimento, cujos estudos ambientais elaborados, apresentaram inúmeras inconsistências. Vale lembrar que até o presente momento não se soube efetivamente quais as razões técnicas produzidas pelo grupo de trabalho criado no âmbito do Ministério do Meio Ambiente que manifestou posição contrária.
Portogente – Santa Catarina foi prejudicada com a transferência do estaleiro?
É um discurso dúbio que, dependendo do interessado, tem resultado diverso. Para aqueles que apostaram tudo no empreendimento, valendo-se de pressão política, econômica, o resultado para economia certamente não foi produtivo. Contudo, para os que dependem de atividades econômicas calcadas no turismo, na pesca, na maricultura, significou, ainda que momentaneamente, a preservação de seus empregos. Vale apenas ressaltar que pelo quinto ano consecutivo Santa Catarina é referência nacional no segmento Turístico.
Portogente – O senhor acredita que houve ganhos sociais e ambientais com a não instalação do projeto?
Quem está acompanhando a implantação do empreendimento no Rio de Janeiro pode ter percebido que problemas já estão ocorrendo, desde a desapropriação dos imóveis, questões ambientais, desemprego, etc. Quem garantiria que não aconteceriam o mesmo em Santa Catarina? Do ponto de vista ambiental, o ganho que possa ter havido foi não liberação de um empreendimento cujos estudos ambientais não apresentaram um resultado confiável, e se não havia confiabilidade nos dados obtidos, dificilmente na prática teríamos outro desfecho. Afinal, uma pergunta que não quer calar: qual a destinação será dada ao imóvel do estaleiro?
Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=59104&sec=31
de Florianópolis/SC
Neste mês, completou um ano do anúncio da transferência do estaleiro da OSX, do megaempresário Eike Batista, de Biguaçu, na Grande Florianópolis (Santa Catarina), para o Porto do Açu, no Rio de Janeiro. Portogente acompanhou todos os lances da batalha ambiental travada na ocasião entre ambientalistas, pescadores, maricultores, ativistas comunitários, setores do governo e empresários.
Nessa batalha, um ano depois nossa reportagem conversa com alguns dos personagens dessa batalha histórica para avaliar as perdas e ganhos econômicos, sociais e ambientais. A primeira entrevista traz o advogado da Associação Montanha Viva, Eduardo Lima.
* Leia aqui todas as reportagens sobre o caso no Portogente
Portogente – Qual a sua avaliação sobre o processo do estaleiro OSX um ano após o anúncio da empresa em mudar-se para o Rio de Janeiro?
Eduardo Lima – Do ponto de vista do resultado almejado foi positivo, eis que obstou um empreendimento, cujos estudos ambientais elaborados, apresentaram inúmeras inconsistências. Vale lembrar que até o presente momento não se soube efetivamente quais as razões técnicas produzidas pelo grupo de trabalho criado no âmbito do Ministério do Meio Ambiente que manifestou posição contrária.
Portogente – Santa Catarina foi prejudicada com a transferência do estaleiro?
É um discurso dúbio que, dependendo do interessado, tem resultado diverso. Para aqueles que apostaram tudo no empreendimento, valendo-se de pressão política, econômica, o resultado para economia certamente não foi produtivo. Contudo, para os que dependem de atividades econômicas calcadas no turismo, na pesca, na maricultura, significou, ainda que momentaneamente, a preservação de seus empregos. Vale apenas ressaltar que pelo quinto ano consecutivo Santa Catarina é referência nacional no segmento Turístico.
Portogente – O senhor acredita que houve ganhos sociais e ambientais com a não instalação do projeto?
Quem está acompanhando a implantação do empreendimento no Rio de Janeiro pode ter percebido que problemas já estão ocorrendo, desde a desapropriação dos imóveis, questões ambientais, desemprego, etc. Quem garantiria que não aconteceriam o mesmo em Santa Catarina? Do ponto de vista ambiental, o ganho que possa ter havido foi não liberação de um empreendimento cujos estudos ambientais não apresentaram um resultado confiável, e se não havia confiabilidade nos dados obtidos, dificilmente na prática teríamos outro desfecho. Afinal, uma pergunta que não quer calar: qual a destinação será dada ao imóvel do estaleiro?
Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=59104&sec=31
Santa Catarina não perdeu com saída da OSX
Vera Gasparetto
de Florianópolis/SC
Santa Catarina, mais especificamente Florianópolis, deu exemplo de consciência e pressão coletivas no episódio da implantação do estaleiro da OSX, em Biguaçu, e não perdeu nada. Esta é a avaliação do advogado e líder comunitário da Praia da Daniela, João Manoel do Nascimento. Nesta entrevista ao Portogente, ele fala sobre a luta um ano depois da desistência da instalação do estaleiro em solo catarinense.
* Santa Catarina um ano depois da saída do estaleiro da OSX
* Leia aqui todas as reportagens sobre o caso no Portogente
Portogente – Qual a sua avaliação sobre o processo do estaleiro OSX um ano após o anúncio da empresa em mudar-se para o Rio de Janeiro?
João Manoel do Nascimento – O episódio deste mega-estaleiro que queria se instalar em um local absolutamente inapropriado e com financiamento público marcou a história da região metropolitana de Florianópolis, pois poucos se arriscavam a acreditar no sucesso de uma massa tão heterogênea da população que não queria arcar com os imensos impactos negativos. Sem dúvida, cidadãos comuns, professores universitários, pequenos empresários, pescadores artesanais e ecologistas passaram a acreditar que vale a pena resistir contra o superficial discurso das vantagens da geração de empregos em decorrência de uma atividade industrial inexistente nesta região turística, mesmo que boa parte da mídia e quase todos os políticos estivessem defendendo o empreendimento. É certo que a luta pela preservação da natureza, pela harmonização de novos projetos ao perfil econômico da região e pela manutenção da qualidade de vida de um modo equilibrado não é um objetivo que findou com o anúncio da desistência da instalação deste gigantesco complexo industrial na Baía de São Miguel. Considerando que tantos políticos estavam do lado do empreendedor, pois o licenciamento ambiental ocorria em pleno período de campanha eleitoral, a vitória da ciência e da legalidade será lembrada durante muitos anos.
Portogente – Santa Catarina foi prejudicado com a desistência da OSX?
Na medida em que o desenvolvimento não deve ser visto sob a ótica superficial do desenvolvimento egoísta, do lucro em curto prazo e a qualquer custo, nenhum prejuízo foi causado. A economia do estado de Santa Catarina é extremamente dinâmica e diversificada e seus alicerces não foram construídos sob promessas de especuladores que contariam com recursos provenientes quase exclusivamente de financiamento público. A economia local baseada primordialmente no turismo, que é muito menos concentrador de riquezas e menos impactante à natureza, não sofreu prejuízos.
Portogente – O senhor acredita que houve ganhos sociais e ambientais com a não instalação do projeto?
O cidadão comum, principalmente de classe média, associações de moradores, maricultores, pescadores artesanais, pequenos empresários, cientistas e ecologistas passaram a acreditar no poder de mobilização coletiva. Numa democracia que doutrina todos a acreditarem na benevolência de seus representantes eleitos, o episódio representou uma importante transformação social.
Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=59188
de Florianópolis/SC
Santa Catarina, mais especificamente Florianópolis, deu exemplo de consciência e pressão coletivas no episódio da implantação do estaleiro da OSX, em Biguaçu, e não perdeu nada. Esta é a avaliação do advogado e líder comunitário da Praia da Daniela, João Manoel do Nascimento. Nesta entrevista ao Portogente, ele fala sobre a luta um ano depois da desistência da instalação do estaleiro em solo catarinense.
* Santa Catarina um ano depois da saída do estaleiro da OSX
* Leia aqui todas as reportagens sobre o caso no Portogente
Portogente – Qual a sua avaliação sobre o processo do estaleiro OSX um ano após o anúncio da empresa em mudar-se para o Rio de Janeiro?
João Manoel do Nascimento – O episódio deste mega-estaleiro que queria se instalar em um local absolutamente inapropriado e com financiamento público marcou a história da região metropolitana de Florianópolis, pois poucos se arriscavam a acreditar no sucesso de uma massa tão heterogênea da população que não queria arcar com os imensos impactos negativos. Sem dúvida, cidadãos comuns, professores universitários, pequenos empresários, pescadores artesanais e ecologistas passaram a acreditar que vale a pena resistir contra o superficial discurso das vantagens da geração de empregos em decorrência de uma atividade industrial inexistente nesta região turística, mesmo que boa parte da mídia e quase todos os políticos estivessem defendendo o empreendimento. É certo que a luta pela preservação da natureza, pela harmonização de novos projetos ao perfil econômico da região e pela manutenção da qualidade de vida de um modo equilibrado não é um objetivo que findou com o anúncio da desistência da instalação deste gigantesco complexo industrial na Baía de São Miguel. Considerando que tantos políticos estavam do lado do empreendedor, pois o licenciamento ambiental ocorria em pleno período de campanha eleitoral, a vitória da ciência e da legalidade será lembrada durante muitos anos.
Portogente – Santa Catarina foi prejudicado com a desistência da OSX?
Na medida em que o desenvolvimento não deve ser visto sob a ótica superficial do desenvolvimento egoísta, do lucro em curto prazo e a qualquer custo, nenhum prejuízo foi causado. A economia do estado de Santa Catarina é extremamente dinâmica e diversificada e seus alicerces não foram construídos sob promessas de especuladores que contariam com recursos provenientes quase exclusivamente de financiamento público. A economia local baseada primordialmente no turismo, que é muito menos concentrador de riquezas e menos impactante à natureza, não sofreu prejuízos.
Portogente – O senhor acredita que houve ganhos sociais e ambientais com a não instalação do projeto?
O cidadão comum, principalmente de classe média, associações de moradores, maricultores, pescadores artesanais, pequenos empresários, cientistas e ecologistas passaram a acreditar no poder de mobilização coletiva. Numa democracia que doutrina todos a acreditarem na benevolência de seus representantes eleitos, o episódio representou uma importante transformação social.
Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=59188
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Poema de paz
Paz e pureza no coração é o que conta.
Paz, para mandar de volta para o mundo exterior toda ideia de desgraça, de proibição contra o sexo, contra as raças, contra as diferenças, contra a liberdade, contra o coração, contra a própria natureza e o seu jeito de criar.
Neste instante, não quero medo nem pavor de nada.
Tudo se faz se for "eu com Deus"!
"Eu com Deus" é a pílula que dissolve qualquer problema.
"Eu com Deus" é a chave de qualquer porta, é a seta que orienta em cada encruzilhada.
"Eu com Deus" é a possibilidade em cada momento.
"Eu com Deus" é o sucesso em cada chance.
"Eu com Deus" é o auxílio que me leva além da curva do caminho, na conquista das minhas necessidades.
"Eu com Deus" é a pureza no coração, é deixar que minha alma brilhe com expressão, é encontrar a felicidade e a realização.
"Eu com Deus" tudo resolve, porque Deus só me recebe se eu for puro.
Portanto, nesta resolução eu mudei, mudei onde precisava começar a mudança:
No meu coração, numa nova atitude.
Agora sustento essa atitude, purificando-me a cada dia.
Decidi pelo Bem.
Decidi pensar no melhor.
Decidi ficar com aquilo que é simples, mas grandioso.
Decidi por mim.
Decidi que não tenho que me limitar na limitação do outro.
Decidi não sofrer no sofrimento do outro.
Decidi não me preocupar com a preocupação do outro.
Decidi não ficar ansioso pela ansiedade do outro.
Decidi não ficar triste pela tristeza do outro.
Decidi não ficar frustrado pela frustração do outro.
Decidi que basta a minha vida.
Porque assim a natureza me decidiu.
Não estou aqui para a desgraça, estou aqui para a felicidade e para a conquista.
Assino hoje a minha carta de libertação.
Fico mesmo em paz.
Fico na paz e na pureza do meu coração.
(Trecho extraído do livro "Calunga - verdades do espírito", de Luiz Gasparetto)
Fonte: http://www.vidaeconsciencia.com.br
terça-feira, 22 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
M A N I F E S T O “Declaração de Princípios da Cidadania Planetária”
Princípios:
Exerça plenamente a sua nacionalidade, mas não esqueça: somos todos cidadãos planetários.
Por conseguinte, formamos uma só família ante o cosmos. É bom recordar que, para quem nos vê de fora, nada mais somos do que uma família vivendo em um berço planetário.
Se somos uma família, torna-se inconcebível a falta de indignação diante do estado de miséria – tanto material quanto espiritual – em que vive grande parcela dos irmãos e irmãs planetários.
Existe uma força política na sociedade que, quando estrategicamente direcionada, exerce em toda sua plenitude o direito e o dever de cobrar das forças estabelecidas o honroso cumprimento dos direitos humanos. Essa “força íntima” é pacífica porém ativa; suave na tolerância, jamais violenta, mas perene na exigência contínua de se construir a paz, a concórdia e a inadiável consciência quanto à necessidade de se melhorar as condições do nível de vida na Terra. Exercer essa força no cotidiano das nossas vidas, agindo localmente com a atenção voltada para o aspecto maior planetário, é dever de cada um e de todos.
Respeitar as forças políticas estabelecidas, os governos regionais e nacionais; valorizar as organizações representativas de caráter mundial – imprescindíveis para a evolução terrestre – mas, acima de tudo, pregar a necessária consciência da unidade planetária perante o cosmos.
Na verdade, somos todos cidadãos cósmicos no exercício eventual de uma cidadania planetária, como de resto o são todos os irmãos e irmãs espalhados pelas muitas moradas do Universo.
Porém, devido ao atual estágio de percepção que caracteriza a quem vive na Terra, buscar a consciência do exercício pleno da cidadania, seja em que nível for, é a grande meta a ser atingida.
Se você concorda com os princípios e objetivos da cidadania planetária, junte-se a nós em pensamento, intenção e atitudes.
Assuma consigo mesmo o compromisso maior de construir na Terra esta utopia, que foi e é o objetivo de muitos que aqui vieram ensinar as noções do exercício pleno da cidadania cósmica, testemunhando o amor como postura básica e essencial na convivência entre os seres.
Propague esta idéia, em especial para as novas gerações.
Sonhe e trabalhe por um mundo melhor. E saiba que muitos estão fazendo exatamente o mesmo.
Esta é uma mensagem de fé e de esperança na vida e na nossa capacidade de dignificá-la cada vez mais.
Jan Val Ellam
Fonte: http://www.orbum.org/manifesto
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Proclamação da República - Um avanço rumo ao progresso
Neste dia 15 de novembro o Brasil comemora a Proclamação da República em feriado nacional, a partir da proclamação feita em 1889 no Rio de Janeiro pelo Marechal Deodoro da Fonseca que, segundo a história, estava muito doente.
O Brasil vivia uma crise da Monarquia no final da década de 1880, pois sua representação às mudanças pelas quais o país passava eram limitadas, o que aumentou a necessidade de um governo que acompanhasse o progresso social, político e econômico.
A palavra República é original da Roma antiga e significa "coisa pública" ou "bem comum", o que sugere uma sociedade politicamente mais organizada no que se refere à participação da mesma na escolha da liderança de um país, através do voto direto.
A Doutrina Espírita, em O Livro dos Espíritos, aborda a Lei do Progresso, apresentando a melhor forma de promover a civilização, a partir do conhecimento dos direitos e deveres de cada um, com respeito mútuo, e principalmente, com a vivência de valores éticos, morais e a consciência da responsabilidade na hora da decisão do voto.
O Livro dos Espíritos - Parte Terceira – Capítulo 8 - Lei do Progress
Estado natural – Marcha do progresso – Povos degenerados – Civilização – Progresso da legislação humana – Influência do Espiritismo sobre o progresso
Civilização
793 Com que sinais se pode reconhecer uma civilização completa?
– Vós a reconhecereis pelo desenvolvimento moral. Acreditais estar bem avançados, pelas grandes descobertas e invenções maravilhosas, e estais melhor alojados e vestidos do que os selvagens. Mas apenas tereis verdadeiramente o direito de vos dizer civilizados quando tiverdes banido da sociedade os vícios que a desonram e viverdes como irmãos praticando a caridade cristã. Até lá, sois somente povos esclarecidos, que percorreram apenas a primeira fase da civilização.
A civilização tem seus graus como todas as coisas. Uma civilização incompleta é um estado de transição que origina males específicos, próprios dela, desconhecidos do homem no seu estado primitivo; mas isso não constitui senão um progresso natural, necessário, que já traz em si mesmo o remédio para o mal que provoca. À medida que a civilização se aperfeiçoa, faz cessar alguns males que gerou, e esses males desaparecerão completamente com o progresso moral.
De dois povos chegados ao topo da escala social, o único que pode se dizer civilizado, na verdadeira acepção da palavra, é aquele em que não se encontra egoísmo, cobiça e orgulho; em que os hábitos são mais intelectuais e morais do que materiais; em que a inteligência pode se desenvolver com mais liberdade; em que há mais bondade, boa fé, benevolência e generosidade recíprocas; em que os preconceitos de casta e de nascimento são menos enraizados, porque são incompatíveis com o verdadeiro amor ao próximo; em que as leis não consagram nenhum privilégio e são as mesmas para o último como para o primeiro; em que a justiça é exercida com imparcialidade; em que o fraco encontra sempre apoio contra o forte; em que a vida do homem, suas crenças e opiniões são respeitadas; em que há menos infelizes e, enfim, em que todo homem de boa vontade esteja sempre seguro de não lhe faltar o necessário.
Fonte: www.radioboanova.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)
